O Nosso Amor
Giovanni Leandro
As palavras estão a escorregar por entre os dedosTento juntá-las mas a poeira que cai sobre a poesia as deixam escapar.A caneta deitada sobre o papel vazio.No rosto um olhar perdido,Não, não é o fim de um amor, nem falta de inspiração.É a entressafra da saudade.Em dias como esse, eu simplesmente não consigo combinar as palavras facilmente. É como se sentisse que precisasse deixar de ladotodas as subjetividades e entrelinhas, para me entregar inteiramente em um textoque ela pudesse ler e entender.Ela senta na cadeira em frente ao micro abraçada às suas próprias pernas.Em uma mão uma caneca de chá quente para espantar o frio,aprisionado do lado de fora da janela embaçada.Chove nele, chove nela também,neste Domingo que passa lento ao som das nossas músicas. Músicas que eu aprendi a gostar com ela.E estas notas misturadas com a chuva recriam um mundo perfeito e sem inseguranças.Os olhinhos castanhos dela percorrem ávidos o monitor,talvez com uma certa tristeza.Muitas coisas na cabeça e na vida. Muitas decisões, algumas desilusões. A espera de um sonho que teima em não se realizar. Culpa indevida.Alegrias e tristezas mescladas no caleidoscópio de nossas vidas.No campo das certezas, apenas uma. Em algum lugar do mundo, existe alguém que a ama demais,incondicionalmente, sem pedir absolutamente nada em troca a não ser um sorriso,e um cheiro de vanilla no ar.Porque amor é feito de momentos assim. E o nosso amor é precioso demais. Indestrutível, talvez. Feito diamantes. Amantes.Eu só posso sorrir para ela.Um sorriso carinhoso.E sei que ela está sorrindo para mim,como sempre faz.Um lindo sorriso largo!
As palavras estão a escorregar por entre os dedosTento juntá-las mas a poeira que cai sobre a poesia as deixam escapar.A caneta deitada sobre o papel vazio.No rosto um olhar perdido,Não, não é o fim de um amor, nem falta de inspiração.É a entressafra da saudade.Em dias como esse, eu simplesmente não consigo combinar as palavras facilmente. É como se sentisse que precisasse deixar de ladotodas as subjetividades e entrelinhas, para me entregar inteiramente em um textoque ela pudesse ler e entender.Ela senta na cadeira em frente ao micro abraçada às suas próprias pernas.Em uma mão uma caneca de chá quente para espantar o frio,aprisionado do lado de fora da janela embaçada.Chove nele, chove nela também,neste Domingo que passa lento ao som das nossas músicas. Músicas que eu aprendi a gostar com ela.E estas notas misturadas com a chuva recriam um mundo perfeito e sem inseguranças.Os olhinhos castanhos dela percorrem ávidos o monitor,talvez com uma certa tristeza.Muitas coisas na cabeça e na vida. Muitas decisões, algumas desilusões. A espera de um sonho que teima em não se realizar. Culpa indevida.Alegrias e tristezas mescladas no caleidoscópio de nossas vidas.No campo das certezas, apenas uma. Em algum lugar do mundo, existe alguém que a ama demais,incondicionalmente, sem pedir absolutamente nada em troca a não ser um sorriso,e um cheiro de vanilla no ar.Porque amor é feito de momentos assim. E o nosso amor é precioso demais. Indestrutível, talvez. Feito diamantes. Amantes.Eu só posso sorrir para ela.Um sorriso carinhoso.E sei que ela está sorrindo para mim,como sempre faz.Um lindo sorriso largo!
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